Representação nacional do CDS-Viseu cresce

O CDS, partido da coligação do Governo, reuniu a sua assembleia magna no passado fim de semana em Oliveira do Bairro.

O XXV congresso, que serviu para debater a prestação do partido durante dois anos e meio no governo, foi o mais participado de sempre. Nesta senda também o distrito de Viseu se fez representar com a maior delegação de que há memória (75 congressistas).

Paulo Portas, primeiro subscritor da moção "Responsabilidade e Identidade", obteve 82% dos votos, contra 16,6 por cento da moção encabeçada por Filipe Anacoreta Correia, do movimento “Alternativa e Responsabilidade”.

O líder centrista foi ainda reconduzido como Presidente do partido, apresentando-se como único candidato e alcançando 892 votos em 1038 possíveis.

Num congresso em que se salientou o sentido de responsabilidade do CDS, ao ser forçado a tomar medidas menos populares, não foram esquecidas as referências ao virar de página que se aproxima com o fim da intervenção internacional ao nosso país. O CDS pretende assim ser um partido com identidade, associado à recuperação económica nacional.

Na “dança de cadeiras” dos órgãos nacionais, o distrito de Viseu ficou com uma representação reforçada. O Deputado e Presidente da Distrital de Viseu (Hélder Amaral), passou a pertencer à Direção Nacional Executiva e o anterior candidato à Câmara Municipal de Viseu (Francisco Mendes da Silva) manteve o seu lugar na Direção Nacional.

No que aos outros lugares diz respeito a Comissão Política Distrital destacou a presença de Manuel Marques no Conselho Nacional de Fiscalização e dos novos conselheiros nacionais: Filipe Valente, Cristiano Coelho, José Pedro Amaral, Paulo Duarte e Rui Vaz.

A estrutura do distrito de Viseu do CDS manifestou-se assim satisfeita por aumentar o seu peso político nos órgãos decisórios do partido.



Cristiano Coelho
 


Notícia publicada a 15.01.2014 às 18h 01m

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