Museu do Caramulo ganha Prémio Vilalva

Museu do Caramulo ganha Prémio Vilalva

O Museu do Caramulo foi distinguido com o Prémio Vilalva, atribuído pela Fundação Calouste Gulbenkian, por causa da "relevância, oportunidade e qualidade" do projeto de requalificação, foi hoje anunciado. O galardão, no valor de 50.000 euros, pretende distinguir anualmente "um contributo importante no domínio da recuperação do património". À sétima edição, o Prémio Vilalva é atribuído, assim, ao Museu do Caramulo, que existe há 60 anos no concelho de Tondela com uma coleção de arte, uma dedicada aos automóveis, motos e bicicletas e outra de brinquedos antigos. O júri do prémio destacou a "relevância e oportunidade do projeto" de requalificação, do atelier da arquiteta Teresa Nunes da Ponte, e o "criterioso respeito pelo edifício e museografias originais". O júri integrou António Lamas, José Sarmento de Matos, José Pedro Martins Barata, Dalila Rodrigues e Rui Esgaio. O Museu do Caramulo, que este ano disponibilizou 83 obras da coleção de arte na galeria digital do Google Art Projet, "é um caso absolutamente único no contexto museológico português, resultando de um invulgar gesto filantrópico coletivo, ímpar em Portugal e raríssimo no mundo", sustenta a Fundação Gulbenkian, em comunicado. O Prémio Vilalva foi criado em homenagem ao filantropo Vasco Vilalva e já distinguiu a Biblioteca da Casa Sabugosa e São Lourenço (Lisboa), o Departamento do Património Histórico e Artístico da Diocese de Beja e as ruínas romanas de Ammaia, em Marvão (Lusa).


Notícia publicada a 27.03.2014 às 18h 03m

comentários adicionados